O heavy metal muitas vezes denominado de metal è um género do Rock que se desenvolveu no final da década de 1960 e no início da década de 1970, em grande parte, na Inglaterra e nos Estados Unidos da América.
As primeiras bandas de heavy metal como Led Zeppelin, Black sabbath e Deep Purple atraiam muitos espectadores para os seus concertos ao vivo.
Origens:
As suas origens remontam às primeiras bandas a mudar o andamento dos blues de onde se destacam: Cream, Jimi Hendrix, Blue Cheer, Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabbath.
Não é possível afirmar que bandas ou discos criaram o género, nem algumas revistas especializadas como “kerrang” ou até o site “allmusic.com” e o filme “Metal: A Headbanger`s Journey” de 2005.
Parece ser um erro comum atribuir a origem do Heavy Metal ao primeiro álbum dos Black Sabbath, Homónimo, de 1970. No entanto, bandas como Cream, Jimi Hendrix, Blue Cheer, Led Zeppelin e Deep Purple já faziam este tipo de música.
Talvez pelo cunho das letras, pelo visual dos discos, pelo tipo de marketing, pelo uso de crucifixos e pelas roupas pretas se tenha atribuído a paternidade do género aos Black Sabbath.
É importante notar que esse género tem como elemento principal os riffs e não as letras ou as vestimentas.
Nos anos 60 e inícios dos anos 70 as bandas de Heavy Metal eram conhecidas inicialmente como Heavy Rock. As três principais bandas embrionárias foram as já acima referenciadas: Led Zeppeline, Deep Purple e Black Sabbath.
No final dos anos 70 quando os gigantes Led Zeppeline e Black Sabbath começam a afastar-se do estilo que criaram, um número imenso de bandas de hard rock de riffs genéricos dos blues, e com o então emergente e selvagem punk rock surge a New Wave of Britsh Heavy Metal que se distancia completamente da primeira geração de Blues, resgatando os riffs de metal e colocando velocidade nas músicas.
O Heavy Metal alcançou o grande público e o auge da sua popularidade nos anos 80 com as bandas do movimento “New Wave of British Heavy Metal”. Entre elas Iron Maiden e Judas Priest.
Pode-se afirmar que foi na NWOBHM que os timbres mais característicos, jeito de cantar, roupas e letras tornaram-se mais tradicionais e difundidos. Dali em diante toda uma nova geração influenciada, pela primeira geração de Heavy Metal (Led Zeppeline, Deep Purple e Black Sabbath), pela NWOBHM e pelos até então novos géneros do rock – punk rock e hardcore se fundiram nos mais profixos subgéneros de metal como speed, thrash, death, black, doom, industrial, alternative, etc.
Características
É caracterizado por riffs pesados, bateria marcada por tons graves, secos e retumbantes, vocais característicos diversos que vão do agudo, agudo melódico, aveludado, rasgado, ao grave gutural, e solos de guitarra complexos. O heavy metal e um dos vários subgéneros surgido a partir do rock and roll.
As letras do heavy meyal são muito diversas que vão desde protestos contra elementos da sociedade, depressao, tristeza, ocultismo satanismo, o bom humor, a alegria entre muitos outros.
Bateria
É um conjunto de tambores de tamanhos e timbres diversos e pratos de diversos tamanhos colocados de forma a serem percorridos por o baterista. Com um par de baquetas, vassourinhas ou bilros em algumas vezes podem ser usadas as próprias mãos.
História da bateria
No inicio de 1900 as bandas e orquestras tinham três percussionistas e cada um tocava um diferente instrumento, mas com a invenção do pedal possibilitou que só um músico executasse todas essas funções.
O primeiro pedal para a bateria foi inventado em 1910 por William F. Ludwing em madeira mais tarde com a ajuda do cunhado, desenvolveu o pedal em aço que foi vendido a milhares de bateristas.
Outra invenção foi a da estante para a tarola, chamada caixa que facilitou os bateristas e lhes oferecia uma maior comodidade.
Assim estas duas invenções aparentemente simples vieram libertar duas pessoas, tornando assim possível que só um musico conseguisse tocar bateria. Assim nasceu a bateria inicialmente chamada de trep set.
Nos anos 80 inventaram-se as baterias electrónicas.
Hoje em dia engenheiros e fabricantes trabalham diariamente para melhorar cascos, baquetas, feragens e pratos.
Constituição:
Não existe um padrão exacto sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria. O estilo musical é indicado como uma das maiores influências do baterista no que respeita à disposição dos elementos, a preferência pessoal.
• Um surdo (timbalão de chão)
Pratos
• Um chimbal (pratos de choque) accionado por um pedal.
• Prato de condução; apoiado num suporte geralmente em forma de tripé.
• Pratos de ataque (crash, splash e china) apoiados em suportes idênticos aos dos pratos de condução.
A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, almofadas electrónicas devidamente ligadas a samplers, ou outros acessórios de precursão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de acordo com o gosto pessoal dos músicos.
Alguns bateristas, tais como Neil Peart ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de baterias fora do normal, utiliando diversos elementos, tais como rototós, bidões, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, a execução rítmica e contribuir melodicamente para a música. A década de 80 a altura do surgimento destes conjuntos fora do normal.
Materiais de Construção:
Os tambores das baterias são construídas em madeiras, ou à base de plásticos, metais e/ou outras ligas.
O mogno, a bétula e o plátano produzam as madeiras mais aceites para a construção destes instrumentos.
As tarolas são de bigas metálicas baseadas em aço, latão ou cobre são as preferências dos modelos de topo de gama, madeira de bétula e plátano são as mais utilizadas nos modelos de topo de gama.
Postura do Músico:
O baterista toca sentado num branco, de forma a manter a caixa entre as pernas.
No caso dos bateristas destros, o pé esquerdo assentará sobre o pedal do chimbal e o direito sobre o do bumbo, sendo que, muitos bateristas canhotos adoptam uma postura simétrica a esta.
Alguns bateristas usam um segundo bunbo, ou um pedal duplo percutido através do pé que geralmente acciona o chimbal, o uso de algumas técnicas adicionadas, de forma a conseguir manter a coordenação entre os diferentes ritmos musicais.
A técnica do baterista está na aprendizagem e prática dos rudimentos (utilizando tanto para mãos quanto para os pés). A origem do baterista surge das bandas militares norte-americanas e de percursão sinfónicas que se utilizavam dos rudimentos.
Os rudimentos são toques alternados de ambas as mãos que podem ser adaptados para os pés. Os rudimentos dividem-se em cinco: “Single Strokes” (batidas simples onde se alternam a mão direita e esquerda), “Double Strokes” (batidas duplas onde se alternam a mão direita e esquerda), “Paradiddles” (combinação de batidas simples e duplas), “flams” (apogiatura feita com ambas as mão mais combinações), “Drags” (apogiatura feita com ambas as mão mais combinações). Estes rudimentos sividen-se em mais dez rudimentos diferenciando 40 rudimentos básicos para o desenvolvimento técnico do baterista.
Todos os rudimentos combinados com o estudo de aplicação rítmica coordenatória de ambas as mãos e pés, perfazem todo o conceito musical de baterista. Inicialmente reconhecido apenas como músico de acompanhamento, através do jazz e da música de improvisação, o mesmo teve destaque mundial através de dois grandes bateristas Americanos: Buddy Rich e Gene Krupa. Eles mudaram a linguagem da bateria em temas clássicos do jazz como “Caravan” e “Sing, Sing, Sing”. Na década de 60 com o surgimento do Jazz Rock e do Fusion, esta linguagem abrangeu-se através de bateristas como Billy Cobham e Steve Gadd e no Rock n`Roll através de ringo Starr, Jonh Henry Bonham e Ian Paice.